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FAQ

Todas as suas perguntas respondidas

Um automóvel elétrico é alimentado por energia elétrica armazenada em baterias, propulsionado por um motor elétrico. Pode ser carregado em postos de carregamentos públicos ou tomadas domésticas. Por depender apenas de energia elétrica, a sua utilização não tem emissões de C02 associadas.
Só são considerados elétricos os automóveis que dependem a 100% de eletricidade, sem outros motores de combustão. No entanto, existem no mercado automóveis com tecnologias mistas, normalmente chamados híbridos. Conheça em maior detalhe os três tipos de veículos que são movidos a eletricidade.
  • ELÉTRICOS: São veículos 100% elétricos que não dispõem de qualquer motor a combustão. Por isso, não emitem CO2, sendo a alternativa mais limpa para um futuro sustentável. Em termos de consumo, e porque o abastecimento a eletricidade é muito mais barato do que a gasolina ou gasóleo convencionais, garantem também uma maior poupança. São a melhor solução para quem faça trajetos diários curtos, como por exemplo em ambiente urbano. Para distâncias muito longas – mais de 400km por dia – pode ter de carregar o veículo ao longo do trajeto. Dois dos aspetos fundamentais para optar por um carro 100% elétrico é a possibilidade de carregar o veículo em casa e/ou no trabalho e a distância percorrida diariamente.  Se quiser descobrir se os seus trajetos diários são compatíveis com um carro elétrico, faça download da app EDP EV.Xdisponível para Android e iOS.
  • HÍBRIDOS PLUG-IN: São veículos que dispõem de dois tipos de motorização – a elétrica e a convencional (a gasolina ou a diesel) – que podem funcionar de forma complementar ou independente.
    O motor elétrico garante, em média, uma autonomia de bateria até 50 quilómetros, a partir daí o motor convencional dá uma ajuda – para que nunca arrisque ficar sem bateria. Tal como nos carros 100% elétricos, poderá recarregar as baterias facilmente através de posto de carregamento elétrico ou de uma tomada. Se funcionarem apenas a eletricidade, um veículo deste não tem qualquer tipo de emissões de CO2.
  • HÍBRIDOS SEM PLUG-IN: A diferença dos plug-in é que o motor elétrico recarrega exclusivamente através do sistema de regeneração, gerando energia em cada travagem ou inércia. Não é possível ligá-los à tomada. Assim, a autonomia da bateria é muito reduzida – apenas alguns minutos, se usar o motor elétrico de forma independente.
    Os maiores ganhos são gerados de forma complementar: arranque em modo elétrico (para uma aceleração extremamente rápida) e aproveite, na condução, o recarregamento da bateria por travagem/inércia. Assim terá um menor consumo de combustível.

  • Modo de Carga 1: Referente ao carregamento normal nas tomadas industriais com um carregador normal do veículo (normalmente motas e veículos semelhantes);
  • Modo de Carga 2: Referente ao carregamento normal nas tomadas industriais com recurso a um adaptador de controlo integrada no cabo (normalmente carros);
  • Modo de Carga 3: Referente ao carregamento normal nas tomadas Mennekes com um carregador normal do veículo;
  • Modo de Carga 4: Referente ao carregamento rápido, utilizando um carregador que altera as características da corrente fornecida ao veículo (passando de corrente alternada para contínua);

  • Posto de carregamento normal (3,7 kWh): cerca de 6-8 horas para 100% da capacidade;
  • Posto de carregamento ‘semi-rápido’ (22kWh): 1* hora para 80% da capacidade;
  • Posto de carregamento rápido: 20-30* minutos para 80% da capacidade.
*A duração do carregamento do VE está dependente das caraterísticas do carregador on-board do mesmo.
Os valores dos tempos de carregamento apresentados são valores de referência da performance do posto.

Apesar de qualquer tomada poder ser um posto de abastecimento, há pelo menos três opções ao seu dispor: postos de carregamento rápido público que podem carregar até 80% da bateria em 30 minutos, posto de carregamento doméstico (instalado pelo seu fornecedor de energia) com tempos de carga entre as 2 e as 8 horas, conforme o modelo e a rede disponível, e uma tomada normal que estende o período de carga até às 12h. Com diferentes níveis de comodidade, entre estas três soluções é possível encontrar pelo menos uma que nos permita carregar a bateria. Se está a pensar ligar habitualmente o carro à sua corrente doméstica, investigue qual o período do dia durante o qual o seu operador oferece preços mais baixos.
O tempo de carga pode variar bastante de acordo com o tipo de posto utilizado, a sua amperagem e a capacidade da bateria mas, a não ser que ande diariamente a esgotar todas as suas reservas, pode contar com uma média entre as 4 e as 6 horas num posto de carregamento doméstico. Os híbridos plug-in, regra geral, demoram menos tempo (entre as 2 e as 5 horas). Com uma amperagem superior, os postos de abastecimento rápido conseguem o recorde de 80% em apenas 30 minutos, sendo que os restantes 20% poderão demorar um bom par de horas a carregar.
Esta é uma das questões que mais preocupa quem está indeciso entre um veículo convencional a gasolina/diesel e um automóvel elétrico. No entanto, os modelos 100% elétricos mais recentes já apresentam níveis de autonomia atrativos: cerca de 400 quilómetros, contando com uma condução que permita tirar o máximo partido do sistema de regeneração nas travagens. A utilização de funcionalidades como o ar condicionado reduz a autonomia prevista.

No caso dos híbridos, a autonomia é bastante mais reduzida, porque as baterias são mais pequenas. Os modelos plug-in podem rondar os 50 quilómetros de autonomia, em modo exclusivamente elétrico. A vantagem é que também demoram menos tempo a carregar.

Ao contrário dos motores convencionais, o motor elétrico é silencioso. Há também diferenças na capacidade de aceleração: os carros elétricos têm o binário máximo disponível logo desde o arranque enquanto um carro convencional precisa de ‘aquecer’ (passar por um certo número de rotações do motor) até ganhar aceleração, o que torna o arranque elétrico mais rápido e poderoso. Por outro lado, os modelos 100% elétricos não têm caixa de velocidades nem embraiagem, o que torna a condução mais fácil e mais confortável.
Tal como os seus colegas a gasolina/diesel, nem todos os carros elétricos são construídos da mesma forma. Mas, apesar dos desenhos, conceitos e aerodinâmicas diversos, todos apresentam uma resposta de condução muito própria que surpreende o novo condutor mas a que rapidamente nos habituamos. O binário de um carro elétrico está imediatamente disponível a partir do momento em que metemos o pé no acelerador, tornando-o visivelmente mais responsivo. A resposta do motor torna a viagem mais suave e a ausência do ruído da combustão é primeiro insólita, mas rapidamente se torna agradável. É uma experiência muito diferente daquilo a que estamos habituados, mas não causa estranheza e ao fim de alguns quilómetros já estamos no ritmo.
Em termos de investimento inicial, um automóvel convencional ainda é mais barato. Contudo, existem já modelos de carros elétricos com preços abaixo dos 30 mil euros, e a tendencialmente os valores vão ficando cada vez mais atrativos.  No consumo diário, o carro elétrico também sai a ganhar: um elétrico consome cerca de €2 por 100 quilómetros; as opções a diesel e a gasolina consomem no mínimo, respetivamente, €7 e €10.

As despesas de manutenção dos veículos elétricos são mais reduzidas quando comparadas com as dos veículos a combustão, sobretudo devido à menor complexidade e menor número de componentes associadas aos motores elétricos. Deixam de ser necessárias algumas das revisões periódicas usuais num veículo a combustão.

Faça o download da App EV.X e transforme o seu carro convencional num veículo elétrico. Simule, de acordo com os seus percursos, quanto pouparia por ter um carro elétrico e quais os pontos de carregamento mais perto de si.

Em termos ambientais, um carro 100% elétrico garante-lhe que não produz emissões de CO2 enquanto conduz, ao contrário dos carros convencionais. Mesmo que a eletricidade usada seja produzida a partir de uma fonte fóssil, o carro elétrico ganha no desempenho ambiental.
  • Particulares: Veículos 100% Elétricos- Incentivo de 2.250€ para aquisição de veículo elétrico, sem obrigatoriedade da entrega de um veículo com mais de 10 anos, aos primeiros 1000 veículos (através do Fundo Ambiental); – Isenção do pagamento do ISV (Imposto sobre veículos) e do IUC (Imposto Único de Circulação). Veículos Híbridos – Redução de 75% do ISV para veículos híbridos plug-in que tenham uma autonomia mínima, no modo elétrico, de 25 quilómetros, resultante da aplicação da tabela A constante do n.º 1 do artigo 7º, do Anexo I do Código do Imposto Sobre Veículos, até ao limite de 562,5€ (de acordo com o Artigo 191º da Proposta de Orçamento de estado para 2017), sem obrigatoriedade da entrega de um veículo com mais de 10 anos.

 

  • Empresas: Veículos 100% Elétricos- Incentivo de 2.250€ para aquisição de veículo elétrico, sem obrigatoriedade da entrega de um veículo com mais de 10 anos, aos primeiros 1000 veículos (através do Fundo Ambiental); – Isenção de Tributação Autónoma; – Isenção do pagamento do ISV (n.º 2 do artigo 2º, do Anexo I do Código do Imposto Sobre Veículos) e IUC (alínea d) do n.º 1 do artigo 5º, do Anexo II do Código do Imposto Sobre Veículos); – Dedução da totalidade do IVA das despesas relacionadas diretamente com viaturas de turismo elétricas, incluindo a compra, aluguer, utilização (custo da energia, por exemplo) ou reparação; – São aceites como gastos as depreciações das viaturas ligeiras de passageiros ou mistas, na parte correspondente ao custo de aquisição ou ao valor de reavaliação até ao valor de 62.500€.

Veículos Híbridos – Redução de 75% do ISV para veículos híbridos plug-in que tenham uma autonomia mínima, no modo elétrico, de 25 quilómetros, resultante da aplicação da tabela A constante do n.º 1 do artigo 7º, do Anexo I do Código do Imposto Sobre Veículos, até ao limite de 562,5€ (de acordo com o Artigo 191º da Proposta de Orçamento de estado para 2017), sem obrigatoriedade da entrega de um veículo com mais de 10 anos. – Dedução da totalidade do IVA das despesas relacionadas diretamente com viaturas de turismo elétricas, incluindo a compra, aluguer; – São aceites como gastos as depreciações das viaturas ligeiras de passageiros ou mistas, na parte correspondente ao custo de aquisição ou ao valor de reavaliação até ao valor de 50.000 €; – A taxa de Tributação Autónoma sobre encargos com veículos híbridos plug-in varia entre os 5% e os 17,5% de acordo com o valor de aquisição da viatura.

Ainda, em algumas cidades nacionais (como por exemplo Lisboa) o estacionamento de veículos elétricos não é pago, na via pública.

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